Entidades defendem revisão de prazos do Simples Nacional

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O motivo é que o software de cálculo PGDAS-D só será disponibilizado pelo comitê no dia 5 de março, o que deixaria as empresas com apenas seis dias para processar cerca de quatro milhões de guias do Simples Nacional

O Sescon/RS junto ao Sistema Fenacon, está realizando uma campanha de sensibilização junto ao Comitê Gestor do Simples Nacional pela revisão do prazo de vencimento da contribuição, que tem como data final o dia 12 de março.

O motivo é que o software de cálculo PGDAS-D só será disponibilizado pelo comitê no dia 5 de março, o que deixaria as empresas com apenas seis dias para processar cerca de quatro milhões de guias do Simples Nacional.

Esse prazo, segundo o Sescon/RS, exigirá uma força-tarefa desnecessária para as empresas de serviço contábil. “Teremos poucos dias para nos familiarizar com o software, calcular um número volumoso de dados e disponibilizar as guias ao cliente em tempo hábil. Além de onerar as empresas com horas-extras, também amplia a possibilidade de erros no cálculo”, comenta o presidente da entidade, Jaime Gründler Sobrinho. A pouca margem de tempo exige ainda um aplicativo 100% seguro e com bom tráfego na internet, o que pode não vir a ocorrer, de acordo com o sindicato.

De acordo com o Sescon/RS e do Sistema Fenacon, há uma maior preocupação pois o vencimento da parcela relativa ao mês de fevereiro está marcado para o dia 20 de março, o que fará com que as empresas tenham apenas sete dias para entregar outras quatro milhões de guias do Simples Nacional.

De acordo com o presidente do Sescon/RS, a entidade apóia o Simples Nacional e as demais iniciativas do poder público para desonerar a carga tributária de nossos empreendedores. No entanto, afirma que conta com a compreensão do governo para que a aplicação dessas medidas ocorra “de maneira efetiva e sem atropelos”.

Mais do que transformar o uso da tecnologia de informação, a implementação e uso de cloud computing por parte das empresas está modificando os métodos e processos de aquisição e disponibilização de TI. Isso acontece, primeiramente, porque com os mecanismos de provisionamento, as compras são feitas sob demandas periódicas e geográficas (por área de interesse). Um segundo ponto a ser analisado é o fato de que a solução em nuvem tem sua aquisição regida por contratos flexíveis em quantidades (elásticas) e, ao mesmo tempo, rigorosos níveis de serviços (SLA).

Assim sendo, os gestores atuais de TI devem ter ferramental especializado para gerenciar contratos tradicionais, contratos de outsourcing e contratos de cloudsourcing. Estamos vivendo uma fase de transição em que todos esses modelos podem conviver juntos e em harmonia. Uma forma da corporação vencer os desafios do momento atual é contar com a expertise dos cloud angels. As pessoas à frente dessas empresas podem ajudar o CIO a realizar a gestão do ambiente. Isso é feito de modo a garantir à equipe de TI a entrega de informações essenciais e sumarizadas que possam permitir o acompanhamento de tudo o que se passa, chegando-se ao ponto de entender qual o impacto do uso das novas tecnologias e dos provedores no aumento da eficiência dos resultados do negócio.

*Paulo Henrique Pichini é Chief Executive Officer da Go2neXt – Cloud Computing – Builder & Integrator

Fonte: Fenacon